No sábado (04/04), a influenciadora e advogada Agostina Páez publicou um posicionamento para se distanciar da conduta do pai, Mariano Páez, que foi filmado em um bar em Santiago del Estero, na Argentina, imitando um macaco e fazendo declarações polêmicas. As informações são do g1.
A gravação mostra o empresário em um ambiente noturno acompanhado de outras pessoas, momento em que reproduz gestos semelhantes aos que levaram a filha a responder por injúria racial no Brasil. As imagens começaram a circular pouco tempo após o retorno de Agostina ao país de origem, o que ampliou a repercussão.




Repercussão do caso
Em publicação nas redes sociais, Agostina criticou o comportamento do pai e reforçou que não possui relação com o caso. “O que se vê é lamentável e eu repudio completamente. Eu me responsabilizo pelo que fiz: reconheci meus erros, pedi desculpas e enfrentei as consequências. Mas só posso responder pelos meus próprios atos”, afirmou.
Na mesma manifestação, a influenciadora declarou que “não ter absolutamente nada a ver com isso” e explicou que estava em casa com amigos no momento da gravação. Em seguida, acrescentou: “Não tenho absolutamente nada a ver com isso. Eu estava em casa, acompanhada de amigos que estiveram ao meu lado durante todo esse tempo”.
Outra gravação atribuída ao empresário também circulou, na qual ele faz declarações sobre sua condição financeira e comenta o pagamento da fiança da filha. “Eu tenho asco do Estado. Não vivo da política. Sou empresário, milionário e agiota. E narco…”, afirma.
De acordo com o jornal La Nación, o empresário alegou que os vídeos teriam sido produzidos com uso de inteligência artificial, porém análises técnicas indicaram baixa probabilidade de manipulação.
Agostina Páez retornou à Argentina após autorização da Justiça brasileira, que permitiu a retirada da tornozeleira eletrônica e a saída do país mediante pagamento de fiança. A defesa obteve habeas corpus, e a acusada passou a responder ao processo em liberdade, com compromisso de manter contato com as autoridades brasileiras.
O caso teve origem em janeiro, quando a advogada proferiu ofensas contra funcionários de um estabelecimento em Ipanema, utilizando expressões racistas e gestos que foram gravados em vídeo.
Veja o vídeo:
