No dia 5 de julho, Megan Blain, de 19 anos, revelou em entrevista que há dois anos mantém o hábito diário de passar cerca de trinta minutos dentro de câmaras de bronzeamento artificial. Moradora de Seaham, na Inglaterra, a estudante universitária confessou que mesmo percebendo sinais preocupantes na pele, continua recorrendo ao bronzeamento e a injeções para alterar a tonalidade da pele.
A jovem contou que gosta da aparência bronzeada e acredita que as cores que usa no dia a dia ganham mais destaque com o tom dourado da pele. “Eu simplesmente gosto de como fico bronzeada. Sou uma pessoa que usa cores vibrantes e gosto de como isso faz as cores se destacarem”, disse Megan em entrevista ao New York Post. Segundo ela, não importa quanto tempo passe nas sessões de bronzeamento, sempre acha que pode melhorar ainda mais o tom da pele.


Manchas suspeitas e a dificuldade de buscar ajuda
Apesar do vício evidente, Megan percebeu recentemente o surgimento de uma mancha estranha na pele, que varia de tamanho. Ela tentou buscar ajuda médica, mas revelou ter dificuldade em enfrentar essa situação. “Notei uma mancha na minha pele que muda de tamanho constantemente. Tentei ir ao médico umas cinco vezes, mas continuo congelando na porta”, contou.
Mesmo reconhecendo a gravidade do que pode estar acontecendo com a sua saúde, Megan admite que o desejo de manter a pele bronzeada é maior do que o medo de desenvolver câncer. “Sou uma pessoa que se preocupa com qualquer coisa, então, para mim, não me preocupar com a possibilidade de ter um melanoma, como notei há alguns meses, e ainda abusar das bronzeadoras, me fez perceber que isso é um vício. Eu simplesmente nunca acho que sou morena o suficiente”, afirmou.
Questionada sobre o risco de a mancha evoluir para algo mais grave, Megan disse que não sente medo. “Nem me assusta a possibilidade de ter melanoma e se transformar em algo com risco de vida, não me assusta nem um pouco”, afirmou.
