Na madrugada de segunda-feira (02/12), em São Paulo, um crime brutal chocou a comunidade local quando o policial militar Luan Felipe Alves Pereira, de 29 anos, jogou o jovem Marcelo Amaral, de 25 anos, do alto de uma ponte.
O ato foi descrito pela vítima como um momento de terror, que foi compartilhado em entrevista ao Fantástico neste domingo (08/12). Marcelo relatou a situação angustiante, dizendo: “Quase morri na mão de um policial que estava desequilibrado. Não tem o que falar. O que passou na mente dele para ele me jogar da ponte?”.




O crime e a reação da vítima
Marcelo, que passava de moto pela região da Cidade Ademar, Zona Sul de São Paulo, afirmou que se assustou ao ver vários policiais com cassetetes se aproximando dele. Ele parou a moto e tentou fugir, mas foi abordado e agredido com golpes de cassetete na cabeça e nas costas pelo policial Luan.
Durante a abordagem, o PM ameaçou Marcelo: “Você tem duas opções: ou você pula da ponte, ou eu jogo você e sua motocicleta daqui”, afirmou o policial. O jovem, então, disse ao PM: “Eu não sou ladrão e a minha moto não é roubada.”
Arremesso da ponte e as consequências
Marcelo contou que, em seguida, foi jogado do alto da ponte, o que ele descreveu como uma sensação horrível: “A partir do momento que ele falou para mim que ia me jogar da ponte, eu não sei voar. É impossível.”
Ele caiu em um córrego raso com água fétida de esgoto, se ferindo na cabeça. A vítima foi socorrida por moradores da região e precisou de oito pontos no ferimento. O policial responsável pela agressão foi preso na quinta-feira (05/12).
Pai do jovem de 24 anos que foi jogado da ponte pela PM de São Paulo informou que o filho é entregador de app e não tem passagens pela polícia. Mais cedo o comandante da PM disse que o policial cometeu um “erro emocional” ao jogar o trabalhador da ponte.
— Lázaro Rosa 🇧🇷 (@lazarorosa25) December 4, 2024
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