O Ministério da Educação (MEC) começou a pagar a parcela de R$ 1.000 aos estudantes do ensino regular e da educação de jovens e adultos (EJA) que passaram de ano em 2024. Também serão depositados R$ 200 aos que participaram dos dois dias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
O “Pé-de-Meia” funciona como uma poupança estudantil, proporcionando depósitos periódicos ao longo do ano letivo. O valor acumulado pode ser sacado pelo estudante ao final do ensino médio, servindo como um estímulo adicional para que ele permaneça na escola e conclua seus estudos. A seguir, serão abordadas as principais dúvidas e informações sobre o funcionamento e os benefícios desse programa.




Como funciona o incentivo financeiro do Pé-de-Meia?
O incentivo financeiro do Pé-de-Meia é estruturado em depósitos mensais realizados em contas abertas em nome dos estudantes elegíveis. Esses valores são acumulados ao longo do ano letivo e só podem ser sacados integralmente após a conclusão do ensino médio. Durante o período de estudos, o aluno pode receber parcelas mensais, além de bônus por frequência escolar e desempenho em avaliações. Essa estrutura visa estimular a frequência regular e o comprometimento com os estudos.
Quem pode participar do programa Pé-de-Meia?
Para participar do Pé-de-Meia, é necessário atender a alguns critérios estabelecidos pelo governo federal. Entre eles, estão:
- Estar matriculado no ensino médio da rede pública de ensino;
- Ter idade entre 14 e 24 anos;
- Ser integrante de família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico);
- Manter frequência escolar mínima exigida;
- Participar de avaliações oficiais, como o ENEM, quando aplicável.
Esses requisitos visam direcionar o benefício para estudantes em situação de maior vulnerabilidade social, promovendo a inclusão educacional e o acesso a oportunidades futuras.
