O jornalista e colunista Erlan Bastos morreu aos 32 anos neste sábado (17/01), em Teresina, no Piauí, segundo confirmação da NCT, afiliada da TV Band no Amapá, onde atuava profissionalmente. A informação foi divulgada pela emissora na manhã deste sábado. As informações são do Extra.
Erlan Bastos morava em Macapá e integrava o time da NCT, emissora com a qual mantinha vínculo profissional. A notícia da morte foi comunicada por meio de nota oficial, que destacou a trajetória e a contribuição do jornalista ao trabalho desenvolvido no estado.

Nota da emissora e detalhes sobre a saúde
Em comunicado, a emissora lamentou a perda e destacou a atuação recente de Erlan Bastos no telejornalismo local. “Com imenso pesar, nos despedimos de Erlan Bastos, apresentador do Bora Amapá, que chegou há pouco tempo para integrar nossa equipe, mas deixou uma marca profunda e definitiva no jornalismo do estado. A partida inesperada e precoce deixa um vazio imenso, na redação, nas telas, no jornalismo e em todos que acreditam na força da informação como agente de transformação. Mas seu legado permanece vivo: nas reportagens, nas denúncias reveladas, na coragem que inspirou colegas e na consciência crítica que ajudou a despertar”, informou a nota.
No fim de dezembro do ano passado, o jornalista chegou a ser internado após relatar fraqueza e dores intensas no peito e no abdômen. O diagnóstico não foi concluído naquele período. De acordo com informações da colunista Kátia Flávia, do Jornal de Brasília, profissionais de saúde trabalharam inicialmente com suspeita de tuberculose e, diante da evolução do quadro, passaram a considerar a possibilidade de câncer. Erlan Bastos realizaria uma colonoscopia para aprofundar a investigação clínica, mas não conseguiu realizar o exame.
Natural de Manaus, Erlan Bastos iniciou a carreira no Amazonas e ganhou projeção ao atuar na cobertura de celebridades em veículos ligados à Record TV, além de manter uma coluna no Portal em off. No fim do ano passado, assinou contrato com a NCT para comandar um telejornal no Amapá.
