O Pix superou a marca de 8 bilhões de transações em um mês. Segundo dados do Banco Central, o número de operações em agosto atingiu 8,11 bilhões, maior patamar registrado desde que o meio de pagamento instantâneo entrou em vigor, em novembro de 2020.
Embora tenha havido um número recorde de transações, o valor total não foi o mais alto já registrado em um mês. O volume registrado em agosto foi de R$ 3,73 trilhões, abaixo dos valores de julho, que foi de R$ 3,80 trilhões, e de dezembro de 2025, que foi de R$ 3,77 trilhões.




O valor movimentado em agosto é maior que o PIB (a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) do segundo trimestre deste ano registrado no Brasil, de R$ 3,4 trilhões.
O Pix se tornou o principal meio de pagamento do brasileiro e deve avançar mais ainda. Um novo recorde diário de transações em um único dia foi registrado em setembro.
Foram 318.073.816 operações em um só dia, que somaram R$ 186,89 milhões, com valor médio de R$ 587,58 por transação.
Recorde
O recorde anterior havia sido em 5 de dezembro do ano passado, quando 313.339.828 Pix foram liquidados. Na ocasião, as operações responderam por R$ 179,93 milhões. O valor médio foi de R$ 574,24.
