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Pix com mudanças? Entenda o que BC estuda sobre o mecanismo

Pix Capa 3 Tb 1060x596(1)

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O Banco Central (BC) estuda impor restrições ao uso do Pix por bancos e fintechs que apresentem fragilidades em segurança cibernética.

A medida ocorre após uma sequência de ataques hackers que expuseram vulnerabilidades no sistema financeiro, principalmente em instituições menores e empresas de tecnologia que fazem a conexão com a infraestrutura do Pix.

Propostas

Entre as propostas em análise estão limites para valores e horários de transações, além da possibilidade de impedir o registro de novas chaves por instituições consideradas de risco.Em casos mais graves, o acesso ao sistema pode até ser suspenso.

A intenção do BC é atuar de forma preventiva, com respostas mais rápidas do que as previstas hoje nos processos administrativos.

O debate ganhou força após ataques recentes que resultaram em prejuízos bilionários. Nos últimos 12 meses, desvios ligados a fraudes cibernéticas já superaram R$ 1,5 bilhão,segundo estimativas do mercado.

Em geral, os criminosos não atacam diretamente os grandes bancos, mas exploram pontos mais frágeis da cadeia, como fintechs e prestadoras de serviços de tecnologia, responsáveis por conectar instituições ao sistema do BC.

Ataques cibernéticos

Um dos episódios que mais chamou atenção foi o ataque à C&M Software, no ano passado, que desviou cerca de R$ 800 milhões e acendeu o alerta sobre riscos em empresas intermediárias.

alfinetei

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