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Tia de menina desaparecida finge ser amiga e conversa com homem de jogo online; veja PRINTS

Polícia Civil investiga o caso como desaparecimento de pessoa
Criança (Foto Reprodução Redes Sociais)

Criança (Foto Reprodução Redes Sociais)

Na noite do último domingo (6), Yara Melo Delfino, de 12 anos, desapareceu após sair da casa da família no bairro Marapé, em Santos, litoral de São Paulo. A Polícia Civil investiga a possibilidade de que a adolescente tenha se encontrado com um homem com quem conversava por meio de um jogo online e também pelo WhatsApp. As informações são do g1.

Segundo Maria Patrícia Melo, mãe da menina, o contato entre Yara e o homem foi descoberto apenas no sábado, um dia antes do desaparecimento. A mulher tentou ligar para o número dele, mas foi bloqueada. Já a tia da adolescente conseguiu manter contato ao fingir ser uma amiga de Yara e, durante a troca de mensagens, questionou se a menina estaria com ele.

Conversas virtuais são parte da investigação

A conversa entre a tia e o homem ocorreu poucas horas após o desaparecimento e foi entregue à Polícia Civil durante o registro do boletim de ocorrência no 2º Distrito Policial de Santos. No diálogo, a mulher escreveu: “Oi, boa noite. Eu sou uma amiga da Yara. Ela está com você? Nós iríamos sair juntas.” O homem respondeu: “Não. Por quê? O que foi?” Quando pressionado, ele respondeu novamente: “Comigo mesmo, não. Oxi… Por quê?”

A mãe relatou que a filha estava em um cômodo da casa com uma tia no momento em que disse que voltaria para o andar de cima, onde mora. No entanto, não retornou. Um vizinho afirmou tê-la visto virando a esquina da rua logo depois. Desde então, Yara não foi mais localizada.

Família descobre contato no jogo apenas um dia antes

Maria Patrícia contou que Yara sempre demonstrou comportamento tranquilo e obediente. “Jamais ia imaginar que ela fosse fazer isso porque ela é um amor de pessoa, ela me obedece e não demonstrou isso de jeito nenhum”, afirmou. A mãe também disse que nunca ouviu a filha mencionar o rapaz: “Ela jogava joguinho como todas as crianças, falava que estava conversando com as amiguinhas.”

Ao descobrir a conversa, a mãe orientou Yara sobre segurança. “[Disse] que quando ela quisesse namorar que era para ela falar para mim, que quando quisesse sair, que era para falar comigo.”

Desde o desaparecimento, a família enfrenta momentos de angústia. “Me sinto abalada, me sinto perdida. Estou muito angustiada, sem comer”, desabafou Maria Patrícia. As autoridades continuam investigando o paradeiro da menina e apurando o envolvimento do homem citado.

alfinetei

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