Na última terça-feira (3), Maria Helena Paiva, ex-namorada de Vinicius Gritzbach, se apresentou na sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no centro de São Paulo, para prestar esclarecimentos sobre o envolvimento do empresário com ameaças e possíveis conexões com o PCC. Influenciadora digital com mais de sete milhões de curtidas no TikTok e mais de um milhão de seguidores no Instagram, Maria Helena também teve seu celular apreendido, quase um mês após a morte de Gritzbach.
Fontes próximas à investigação confirmaram ao Brasil Urgente que a influenciadora foi chamada para explicar uma possível relação com membros da facção criminosa. A jovem, que já havia prestado um primeiro depoimento no dia seguinte ao assassinato, não teve seu celular apreendido naquela ocasião. Naquela entrevista, ela relatou o que sabia sobre o relacionamento com o empresário e sobre o que havia presenciado no momento da execução.




Maria Helena contou que conheceu Vinicius há cerca de um ano e meio pelas redes sociais e que o casal iniciou um relacionamento amoroso. Ela também mencionou que ouviu o empresário falar, em diversas ocasiões, sobre receber ameaças de morte por mensagens. De acordo com a influenciadora, ela foi a responsável por planejar a viagem de ambos a Maceió, em Alagoas, acompanhados por dois homens que faziam a segurança de Gritzbach, sendo um deles o motorista. A jovem revelou ainda estar extremamente assustada quando soube da morte do ex-namorado.
Saiba mais
A polícia civil não divulgou detalhes sobre o conteúdo do depoimento de Maria Helena, mas está investigando possíveis interações dela com membros da facção criminosa. Após prestar os esclarecimentos, a influenciadora foi liberada sem novas formalidades.
