Na noite de quarta-feira, 20 de agosto, o Senado aprovou o pedido para estabelecer uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Adultização. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União/AP), leu a proposta que estabelece uma comissão para investigar a sexualização de crianças e adolescentes na internet.
A CPI será formada por onze membros titulares e sete membros suplentes, com um limite de gastos de R$ 400 mil e um prazo de 180 dias.




“A Presidência comunica ao Plenário que recebeu os Requerimentos n°s: 618, de 2025, do Senador Magno Malta e outros Senadores e 619, de 2025, do Senador Jaime Bagattoli e outros senadores solicitando a criação de Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar crimes cometidos contra crianças e adolescentes no País e as denúncias de pedofilia e abuso online”.
Alcolumbre enfatizou que a CPI tem como objetivo investigar delitos e irregularidades contra crianças e adolescentes no país, além de apurar o papel de influenciadores digitais em plataformas e redes sociais na promoção e disseminação de conteúdos que sexualizam menores.
Caso Felca
O tema da adultização ganhou força nos últimos dias após vídeo do youtuber e humorista Felipe Bressanim denunciando o influenciador Hytalo Santos por exploração sexual de menores.
