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Flávio admite erro sobre urnas e promete ‘respeitar resultado das eleições’; VEJA!

Candidato afirmou a diplomata que urnas usadas no Brasil eram de empresa associada a suspeita de fraudes na Venezuela; declaração é mentirosa, confirmou TSE
Flávio admite erro sobre urnas e promete ‘respeitar resultado das eleições’; VEJA!

O candidato Flávio Bolsonaro (PL) admitiu, nesta sexta-feira (28/8), seu erro pela mentira dita a diplomatas estrangeiros sobre as urnas eletrônicas usadas no Brasil e prometeu respeitar o resultado do pleito se não for eleito em outubro. “Eu não estava questionando as urnas. Falei errado sobre a empresa. Ela não fabricou as urnas. Jamais questionei o processo eleitoral e vou ser eleito com essas regras”, disse. “Vou respeitar o resultado das eleições”, acrescentou.

O erro cometido por Flávio ocorreu no encontro com diplomatas em julho. Ele sugeriu, na reunião, que as urnas eletrônicas usadas no Brasil pertenciam à Smartmatic, fabricante associada a suspeitas de fraudes eleitorais na Venezuela. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desmentiu o candidato e esclareceu que a informação apresentada por ele é falsa.

Economia 

Flávio hesitou ao responder sobre propostas para contenção da dívida pública e não apresentou medidas práticas para o setor econômico. Ele não confirmou se manterá a atual política de ganho real do salário mínimo, mas afirmou que não fará “economia com o povo mais sofrido”. 

Quando questionado sobre a redução da dívida pública, Flávio optou por dirigir críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e culpá-lo pelo endividamento da população brasileira. “Se o Brasil não tiver um ajuste fiscal forte, está fadado a ir à falência, uma quebradeira generalizada”, afirmou sem especificar medidas. “Quando um governo gasta demais, aumenta os impostos de forma alucinada. São mais de 30 impostos criados ou aumentados só nesse atual governo para arrecadar mais”, completou. 

Dark Horse 

O candidato também minimizou a relação com o banqueiro Daniel Vorcaro e declarou que não há irregularidades no patrocínio de R$ 61 milhões supostamente pagos para produção do filme Dark Horse, a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Não tem absolutamente nada de errado em buscar financiamento para o filme do próprio pai. Não teve nenhuma contrapartida, nada de irregular. Foi um patrocínio”, declarou. 

alfinetei

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