Os ex-participantes do Big Brother Brasil 26, Jonas Sulzbach e Alberto Cowboy, voltaram a falar sobre a experiência no reality e levantaram críticas sobre a forma como foram retratados na televisão. Durante participação no podcast PodDelas, apresentado por Tata Estaniecki, Jonas comentou que a edição do programa teria favorecido alguns participantes.
Na conversa, o brother menciona que certas escolhas na montagem das cenas teriam ajudado a reforçar uma imagem negativa deles dentro da narrativa do programa, enquanto outros participantes teriam recebido um tratamento diferente ao longo da exibição.





Alberto Cowboy comenta rótulo de “vilão” no reality
Durante o bate-papo, Tata questionou diretamente se os dois se enxergavam como vilões dentro da casa. Ao responder, Alberto afirmou que o rótulo faz parte da dinâmica do jogo e depende da posição assumida por cada participante.
“Esse lance do vilão sempre vão colocar um rótulo: você está do lado oposto, então você é o errado. E não tem muito certo e errado, existe um lado que você escolheu, e quem não está do meu lado você acusa que está errado, faz parte do jogo”, disse Alberto.
Apesar das críticas, ele adotou um tom mais equilibrado ao avaliar a experiência e reconheceu que a construção de personagens faz parte da lógica do entretenimento.
“Eu acho que tudo faz parte do jogo. Eles criam mesmo, o que eles mais querem é personagem, e acho que tudo faz parte do entretenimento”, completou.
Jonas Sulzbach aponta diferença no tratamento entre participantes
Já Jonas foi mais direto ao criticar a edição do reality e afirmou que percebeu diferenças claras na forma como as situações eram apresentadas ao público.
“Vídeos que eu vi aqui fora, pessoas que falaram para mim e tal, as mesmas situações que aconteciam comigo e com o Alberto colocavam música de vilão na edição e quando era o outro lado era música de brincadeira, então isso aí vai levando para um lado mais tendencioso, entendeu?”, declarou.
O ex-brother ainda reforçou que acredita que houve uma tentativa de reforçar uma narrativa específica ao longo do programa.
“Querendo transformar a gente em vilão e o outro lado não. Coisas que eu vi, vídeos que eu vi realmente, pô, o que tem a ver essa situação com vilão? E quando era o outro lado era musiquinha de brincadeira”, explicou.
As declarações repercutiram entre fãs do reality, que voltaram a discutir nas redes sociais a forma como personagens são construídos ao longo das edições do programa.
