McKenzie Stelly, de 23 anos, enfrentou dificuldades para amamentar o primeiro filho, Elias, que nasceu com dentes inferiores, tornando a amamentação impossível. O leite produzido, no entanto, não foi desperdiçado. A moradora de Lafayette, Louisiana, descobriu que tinha um volume extra de leite materno e encontrou uma maneira de usar esse recurso a seu favor. As informações são do Extra.
Com o nascimento do segundo filho, Rhett, um ano atrás, que não teve dificuldades para mamar, o excesso de leite tornou-se ainda maior. Inicialmente, McKenzie doava o leite por meio da agência hospitalar Tiny Treasures, recebendo um valor simbólico por pequenas quantidades.


Mulher divulgou nas redes sociais o excesso de leite
A virada aconteceu quando a americana compartilhou no Facebook seu excesso de leite, despertando o interesse de fisiculturistas que buscavam o produto para melhorar sua ingestão de proteínas.
McKenzie decidiu aproveitar a oportunidade para aumentar a renda e ajudar a sustentar a família. Ela reconhece que o leite materno não é uma necessidade para esses compradores, mas sim um complemento para seu estilo de vida.
A americana comentou: “As pessoas acham que o leite materno deve ser sempre oferecido de graça, e eu concordo até certo ponto, mas ainda é um produto do meu corpo e do meu tempo”. McKenzie também contou que alguns clientes tentaram negociar descontos, mas acabaram aparecendo com carros de luxo para buscar o leite. Para ela, cobrar um preço maior dos fisiculturistas é justo, já que eles fazem uma escolha consciente de usar o leite como fonte extra de proteína.
Hoje, McKenzie Stelly fatura aproximadamente R$ 22 mil por mês com a venda do leite materno. A mulher garante que, apesar da comercialização, nunca falta leite para o seu filho de 1 ano.
