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Seu signo está ultrapassado e pode estar errado; descubra o verdadeiro

Mudanças no céu, constelações irregulares e até um “signo esquecido” mostram que o zodíaco não é bem o que você imagina
Signos (Foto Reprodução Redes Sociais)

Signos (Foto Reprodução Redes Sociais)

Mesmo quem afirma não se importar com horóscopos sabe qual é o seu signo do zodíaco. E provavelmente já tem consciência disso desde a infância. Mas e se dissermos que, na realidade, o seu signo pode estar “incorreto”? Se você acredita que é de Áries, Câncer, Leão ou qualquer um dos 12 signos do zodíaco, pode estar equivocado.

Isso acontece porque essas definições foram feitas há milhares de anos, com base na posição das estrelas. Quem nascer nesta quarta-feira, dia 10 de setembro, será considerado Virgem porque, há 2 mil anos, essa constelação estava, mais ou menos, atrás do Sol nessa data. Só que, de lá para cá, nossa visão do céu mudou. E bastante.

Existem três razões pelas quais os signos do zodíaco já não coincidem com as constelações.

1. O balanço da Terra

Assim como um pião girando, a Terra dá uma leve “chacoalhada” no eixo, num movimento chamado precessão. Esse balanço faz com que nossa visão das estrelas mude um grau a cada 72 anos. Ao longo dos séculos, essa diferença se acumula. Resultado: hoje o Sol já não aparece na mesma constelação que aparecia quando os signos foram criados.

2. Constelações irregulares

Os babilônios dividiram o céu em 12 fatias iguais, de 30 graus cada, para casar os signos com os meses do calendário. Mas, na realidade, as constelações não têm o mesmo tamanho. O Sol passa mais do que o dobro de tempo em Virgem do que em Câncer. E fica apenas uma semana em Escorpião.

3. O signo esquecido: Ofiúco

Existe ainda uma 13ª constelação no caminho do Sol, Ofiúco, o “portador da serpente”. Por algum motivo, os babilônios deixaram esse fora da lista – provavelmente para manter o número de signos igual ao número de meses do ano.

Existem três razões pelas quais os signos do zodíaco já não coincidem com as constelações.

1. O balanço da Terra

Assim como um pião girando, a Terra dá uma leve “chacoalhada” no eixo, num movimento chamado precessão. Esse balanço faz com que nossa visão das estrelas mude um grau a cada 72 anos. Ao longo dos séculos, essa diferença se acumula. Resultado: hoje o Sol já não aparece na mesma constelação que aparecia quando os signos foram criados.

2. Constelações irregulares

Os babilônios dividiram o céu em 12 fatias iguais, de 30 graus cada, para casar os signos com os meses do calendário. Mas, na realidade, as constelações não têm o mesmo tamanho. O Sol passa mais do que o dobro de tempo em Virgem do que em Câncer. E fica apenas uma semana em Escorpião.

Qual seria o seu “verdadeiro” signo?

A NPR (National Public Radio), dos EUA, divulgou uma tabela com a lista dos signos atualizadas (entretanto, pessoas que nasceram na transição entre dois signos podem ter mudanças conforme o ascendente, e também pode haver mudanças para quem nasceu em anos bissextos). Confira como fica:

  1. Áries – 19 de abril a 14 de maio
  2. Touro – 15 de maio a 20 de junho
  3. Gêmeos – 21 de junho a 20 de julho
  4. Câncer – 21 de julho a 10 de agosto
  5. Leão – 11 de agosto a 16 de setembro
  6. Virgem – 17 de setembro a 31 de outubro
  7. Libra – 1º de novembro a 24 de novembro
  8. Escorpião – 25 de novembro a 17 de dezembro
  9. Sagitário – 18 de dezembro a 19 de janeiro
  10. Capricórnio – 20 de janeiro a 16 de fevereiro
  11. Aquário – 17 de fevereiro a 11 de março
  12. Peixes – 12 de março a 18 de abril

alfinetei

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