Jeane Dixon, uma das médiuns mais conhecidas dos Estados Unidos, voltou a ser tema de debates após uma antiga profecia sua para o ano de 2025 ressurgir nas redes sociais. Dixon ficou famosa por prever o assassinato do presidente John F. Kennedy, em 1963, e, décadas depois, os ataques de 11 de setembro de 2001, dois dos episódios mais marcantes da história moderna.
Com uma carreira marcada por previsões políticas e religiosas, ela se tornou uma figura popular nos anos 1960 e 1970, misturando astrologia, espiritualidade e visões sobre o futuro.




A previsão para 2025
Em seu livro Minha Vida e Profecias, publicado em 1969, Jeane Dixon escreveu que 2025 marcaria o início de uma grande guerra entre China e Rússia. Segundo ela, a China alcançaria estabilidade política e econômica suficiente para se tornar “a Grande Conquistadora”.
“No ano de 2025, a China Vermelha marchará sobre a Rússia, conquistará grande parte da área norte da URSS e não parará até chegar à Finlândia, Noruega, Suécia e Dinamarca, parando na fronteira alemã”, afirmou Dixon, conforme reproduzido pelo Daily Mail.
A médium também previu que o conflito se estenderia até 2037, enquanto a Rússia aumentaria sua influência sobre países como Irã, Líbia, Etiópia e boa parte da África.
Entre fé e ceticismo
Nascida em 1904, em Wisconsin, Dixon ganhou fama nacional após vários de seus “acertos” repercutirem na imprensa. Ela previu, por exemplo, a vitória e a posterior renúncia de Richard Nixon, além da ascensão de Oprah Winfrey como uma das maiores personalidades da televisão americana.
Apesar disso, nem todas as suas previsões se concretizaram — entre elas, uma cura para o câncer em 1967 e o fim do mundo em 2020, associado por alguns à pandemia de Covid-19.
Mesmo décadas após sua morte, Jeane Dixon continua a intrigar curiosos e estudiosos. E, com a chegada de 2025, sua sombria visão sobre uma possível guerra mundial volta a despertar atenção — e temor — entre os que acreditam em suas profecias.
