Em uma cerimônia marcada por dor e saudade, amigos e familiares se reuniram em 20 de outubro de 2008 para se despedir de Eloá Pimentel, de 15 anos. A jovem, assassinada pelo ex-namorado Lindemberg Alves, foi lembrada com uma homenagem especial durante o velório.
Entre lágrimas, os colegas cantaram 1 Minuto, do cantor Vinícius D’Black, em parceria com Negra Li — música que Eloá costumava ouvir e que se tornou símbolo de sua memória. Lançada no mesmo ano do crime, a canção fala sobre amor e ausência, com versos que ecoaram entre os presentes: “Por onde quer que eu vá vou te levar pra sempre” e “O que eu sinto por você não vai passar.”




Produção da Netflix revisita o caso que chocou o país
A história de Eloá voltou a ser discutida recentemente com o lançamento do documentário Caso Eloá: Refém ao Vivo, disponível na Netflix. A produção reúne relatos inéditos de familiares — como os pais da adolescente, o irmão Douglas e a amiga Grazieli Oliveira — além de mostrar trechos do diário da jovem.
O documentário também traz depoimentos de jornalistas e autoridades que acompanharam de perto o crime, oferecendo novas perspectivas sobre um episódio que marcou profundamente o Brasil.
