Na segunda-feira (2/03), uma discussão entre Babu e Ana Paula Renault após o “Sincerão”, dentro da casa do “BBB 26”, colocou em pauta se a participação no reality pode ser considerada trabalho e levou à divulgação dos valores pagos aos ex-participantes que retornaram ao programa. As informações são do portal LeoDias.
O embate começou quando Babu afirmou que não dependia do público por já ter “o trabalho dele”. Ana Paula rebateu dizendo que o “BBB 26” não era trabalho. A declaração provocou questionamentos fora da casa e motivou a apuração sobre os contratos firmados com os convidados desta edição.




Quanto os ex-BBBs recebem para participar
Cada veterano que aceitou integrar o elenco assinou contrato com direito a um cachê fixo de R$ 20 mil. Além desse valor inicial, o acordo prevê o pagamento semanal de R$ 800 durante o período de permanência no confinamento. Dessa forma, o total recebido aumenta conforme o tempo de participação no programa.
Os contratos também estabelecem remuneração adicional para ações publicitárias exibidas ao longo da atração. A cada campanha realizada dentro da casa, o participante recebe quantia aproximada a um salário mínimo.
O vínculo é firmado com a Viu, empresa do grupo Globo responsável pela gestão de talentos e projetos comerciais. Cabe a essa estrutura organizar os acordos publicitários relacionados ao elenco.
Em comparação com outros realities do país, os valores pagos no “BBB 26” ficam abaixo de cifras praticadas em atrações como a “Fazenda”, exibida pela Record, onde os cachês iniciais costumam começar em R$ 70 mil e variam conforme a notoriedade do participante.
Do ponto de vista contratual, a participação no programa envolve pagamento fixo, repasses semanais e compensação por publicidade, o que sustenta o argumento de que existe relação formal de trabalho, ainda que o debate sobre a natureza dessa atividade permaneça aberto.
