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Quem era filha de diplomata morta em atropelamento em Ipanema, no Rio

Mariana Tanaka Abdul Hak não resistiu aos ferimentos de um atropelamento na calçada na Zona Sul do Rio
Quem era filha de diplomata morta em atropelamento em Ipanema, no Rio

Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, foi atropelada enquanto estava na calçada em Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro, no último sábado (16). Ela faleceu no domingo (17), após não conseguir sobreviver aos ferimentos.

Com uma vivência internacional, Mariana cursava Administração de Empresas na ESCP Business School, no campus de Turim, na Itália. Ao longo de sua vida, a estudante residiu em diversos países, incluindo Brasil, Reino Unido, Venezuela, Bélgica, Líbano e França.

Por conta disso, ela dominava múltiplos idiomas, comunicando-se em português, inglês, espanhol e francês, além de possuir conhecimentos em italiano.

Janeiro de 2025

Desde janeiro de 2025, atuava como CMO (Chief Marketing Officer), diretora de marketing, traduzindo para o português, em uma empresa italiana, que era responsável pelo recrutamento de alunos, gestão de orçamento e campanhas de marketing.

A viagem ao Brasil ocorreu, pois, no mesmo dia do acidente, veio especialmente para assinar um contrato de trabalho com uma empresa multinacional do setor de cosméticos.

Filha de diplomatas

Mariana pertencia a uma família com atuação na diplomacia brasileira. Ela era filha de Ibrahim Abdul Hak Neto, diplomata de carreira com experiência estratégica e atual assessor especial no gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Já sua mãe, Ana Patrícia Neves Abdul Hak, atua como cônsul-adjunta do Brasil em Buenos Aires, na Argentina.

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