A nova lesão de Neymar Jr. voltou a ligar o sinal de alerta na Seleção Brasileira. Diagnosticado com uma lesão grau 2 na panturrilha, o camisa 10 iniciou tratamento imediato, mas especialistas apontam que o principal problema pode surgir justamente depois da recuperação.
Segundo o médico Filipe Abdalla, o maior risco para Neymar nos próximos meses é sofrer uma nova ruptura muscular na mesma região. Isso porque a panturrilha é considerada uma das áreas mais delicadas para atletas de alto rendimento, principalmente no futebol.




Região lesionada exige explosão física constante
A panturrilha participa diretamente de movimentos fundamentais para um jogador, como arrancadas, acelerações, mudanças rápidas de direção e impulsão. Por isso, qualquer retorno antecipado ou excesso de carga física pode aumentar consideravelmente o perigo de reincidência.
De acordo com Abdalla, o risco de uma nova lesão permanece elevado por até 15 semanas após o retorno do atleta aos gramados — mesmo que ele esteja aparentemente recuperado.
O especialista também destacou que Neymar precisará de um controle rigoroso de minutagem, intensidade de treinos e recuperação muscular durante esse período considerado crítico.
Histórico recente aumenta preocupação
O cenário gera ainda mais atenção por causa da sequência de problemas físicos enfrentados pelo jogador nas últimas temporadas. Além das questões musculares, Neymar também passou por lesões ligamentares e longos períodos afastado dos gramados.
Outro ponto levantado pelo médico envolve o aspecto psicológico. Segundo ele, atletas que convivem com lesões frequentes podem desenvolver insegurança inconsciente na hora de executar determinados movimentos em campo.
A comissão técnica de Carlo Ancelotti acompanha a situação de perto visando a preparação da Seleção para a Copa do Mundo FIFA 2026.
