A equipe jurídica de Ana Hickmann se pronunciou nesta segunda-feira (22/6) após a decisão da Justiça de São Paulo que determinou o bloqueio de veículos ligados à empresa Hickmann Serviços. Os bens podem ser levados a penhora para quitar uma dívida estimada em aproximadamente R$ 117 mil. Segundo a defesa da apresentadora, a cobrança não foi contra ela, mas tem relação com um empréstimo feito em 2022 ao então responsável pela representação da empresa, Alexandre Correa.
Em comunicado, os advogados afirmaram que contestam a origem do débito e os valores cobrados, principalmente devido ao aumento considerado expressivo provocado pelos juros. A defesa também declarou que tentou apresentar perícias e outros elementos para esclarecer a situação, mas que essas solicitações não foram acolhidas nas instâncias judiciais.




Processo ainda está em andamento
A equipe da apresentadora informou que a decisão judicial não representa o encerramento da disputa. “Os advogados de Ana Hickmann seguirão adotando todas as medidas cabíveis para buscar o esclarecimento dos fatos e a correta apuração das responsabilidades envolvidas.”
A ação que resultou no bloqueio dos veículos foi movida por um empresário que alega ter recebido três cheques emitidos pela Hickmann Serviços em 2023. De acordo com a acusação, os documentos não possuíam fundos, gerando a cobrança de cerca de R$ 117 mil.
A defesa da apresentadora também declarou: “Desde o início do processo, a defesa questiona a origem da dívida e o aumento significativo dos valores cobrados em razão dos juros”. “Também foram solicitadas perícia e outras provas para esclarecer os fatos, mas esses pedidos não foram aceitos pelos tribunais”, ressaltou.
Entre os veículos atingidos pela decisão estão uma Toyota Hilux, um Renault Kwid Life, uma Volkswagen Saveiro, uma Fiat Toro e uma Yamaha Factor. Caso o pagamento do débito não seja realizado, os bens poderão ser utilizados para a quitação da dívida.
