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Fiuk se torna réu em ação judicial relacionada a filme cancelado

Fiuk

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Fiuk passou a responder a uma ação judicial relacionada ao filme Descontrole, produção da qual participou como protagonista. O processo foi apresentado em abril deste ano por Jonathan Fernando Cristóvão Neves, que trabalhou no longa como dublê, produtor executivo e responsável pela captação de recursos. A obra brasileira teria como cenário o universo do drift, modalidade automobilística marcada por derrapagens controladas, mas acabou sendo interrompida após conflitos envolvendo o financiamento. As informações são da colunista Fábia Oliveira.

De acordo com Jonathan, os problemas se intensificaram após o desgaste da relação entre ele, Fiuk, o diretor André Luis Camargo e Estela, esposa do cineasta. O autor afirma que a situação ganhou outra dimensão depois que Fiuk publicou vídeos no YouTube e no Instagram comentando o fim de sua participação no projeto.

Autor afirma ter sido associado a suposto desvio de recursos

Nas publicações, Fiuk afirmou que teria sido “roubado” depois de deixar o projeto e classificou a situação como uma “armação”. O artista também relatou que seu nome teria sido usado sem autorização para buscar patrocínios e afirmou ter sofrido perdas financeiras expressivas.

Jonathan, porém, sustenta que sua imagem apareceu no conteúdo publicado por Fiuk ao lado da frase “tentaram me roubar” e de informações sobre o orçamento milionário previsto para o filme. Na avaliação apresentada à Justiça, a associação entre esses elementos poderia levar os espectadores a entender que ele teria participado de um eventual desvio ou apropriação de dinheiro da produção.

O autor também declarou que não tinha qualquer responsabilidade pela administração financeira do longa. Segundo a ação, eventuais problemas envolvendo pagamentos ou recursos não poderiam ser atribuídos a ele.

Ainda conforme Jonathan, a repercussão do vídeo teria provocado ataques nas redes sociais e afetado tanto sua vida pessoal quanto sua imagem profissional. Por esse motivo, ele pediu à Justiça uma liminar para retirar imediatamente o conteúdo das plataformas.

Entre os principais pedidos apresentados no processo estão uma retratação pública de Fiuk, a exclusão definitiva do vídeo e o pagamento de R$ 50 mil por danos morais.

Apesar de ter sido protocolada em abril, a ação teve andamento dificultado pela tentativa da Justiça de localizar o artista. Em decisão publicada neste mês, a magistrada responsável pelo caso autorizou Jonathan a tentar obter o endereço de Fiuk por meio de outro processo judicial no qual o cantor também figura.

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