“O amante” é tema de música, livro e filmes. O assunto é instigante e mexe com os desejos mais abissais dos sujeitos. O proibido é ou não é mais gostoso? Por muito tempo, e até popularmente falando, homens foram vistos como os mais infiéis, seja por uma questão cultural – são mais autorizados socialmente ao sexo sem compromisso, ou por questões biológicas – hormônios que intensificam a vontade de fazer mais sexo e isso levaria a mais parceiros. Mas tudo isso são conjecturas.
Nos últimos meses, nos deparamos com várias situações de traição – Yuri, que tinha um relacionamento com Iza. Gracyanne, casada com Belo. A influencer Ingrid Lima, que traiu o jogador Vinicius Tobias com um rapaz, que trabalha como entregador de açai. No BBB 24 – Lucas Buda traiu sua esposa, Camila Moura. Todos estes casos vieram à tona e causaram grande comoção.



Existem inúmeros estudos que indicam que traição não tem gênero. Uma pesquisa publicada na revista Archives of Sexual Behavior, em 2011, por exemplo, revela que a infidelidade é tão comum entre os homens quanto entre as mulheres.
Estudos
Um estudo da “Radiografia da Infidelidade e Infiéis no Brasil” de 2022, indicou que 91% dos homens e 88% das mulheres já traíram. Um estudo publicado na revista científica “Psychological Bulletin” concluiu que 42% dos homens e 38% das mulheres já traíram. Um estudo do Superinteressante indicou que metade dos homens já traíram, enquanto o índice de infidelidade entre as mulheres é de cerca de 22%.
Pois é, existe uma variabilidade enorme nos resultados. Todavida, questões sociais, culturais e estruturais devem ser levadas em consideração em uma discussão como essa.
