O rapper americano P. Diddy, que enfrenta acusações de tráfico sexual e agressão e está detido em Nova York, protocolou um novo pedido de liberdade enquanto aguarda julgamento. Este é o segundo recurso apresentado pelo músico, que teve sua solicitação de liberação mediante fiança negada em 17 de setembro.
O recurso apresentado na segunda-feira (30) não detalha razões específicas para a soltura do músico. Os advogados propuseram uma fiança de US$ 50 milhões, respaldada pelo valor de sua casa em Miami e o patrimônio de sua mãe. Além disso, a proposta inclui limitações quanto aos visitantes em suas residências, permitindo apenas a entrada de “família, zeladores da propriedade e amigos que não sejam considerados co-conspiradores”, conforme descrito no documento.




Segundo o pedido, apenas as mulheres que são membros da família ou mães de seus filhos teriam permissão para visitar Combs. O rapper também se comprometeria a não contatar testemunhas do grande júri e a realizar testes de drogas semanalmente.
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Sean “Diddy” Combs, conhecido como P. Diddy ou Puff Daddy, foi detido em Nova York no dia 16 de setembro. O rapper e produtor musical está enfrentando sérias acusações, que incluem extorsão, tráfico sexual e transporte para prostituição. Além disso, essas acusações envolvem seu império empresarial, incluindo a gravadora Bad Boy Entertainment, que ele fundou em 1993.
O rapper, conhecido como Sean “Diddy” Combs, é amplamente reconhecido na indústria musical, sendo descrito pela revista “Time” como o “homem mais onipresente do hip-hop”. Ele é responsável por “descobrir” talentos como Usher, Mary J. Blige e Notorious B.I.G. Além de sua influência como executivo no mercado musical dos EUA, Diddy é o proprietário da Bad Boy Records.
