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Preso há quase um mês, rapper Oruam divulga carta aberta aos fãs; leia

Artista afirma manter fé e esperança enquanto responde a acusações graves na Justiça
Preso há quase um mês, rapper Oruam divulga carta aberta aos fãs; leia

A equipe responsável pelas redes sociais do rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido artisticamente como Oruam, publicou uma carta aberta escrita pelo cantor. Preso há quase um mês, ele é acusado de associação ao tráfico de drogas, tráfico de drogas, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal. O texto, divulgado como forma de tranquilizar os fãs, traz mensagens de fé e resiliência.

Na carta, Oruam destacou que está enfrentando dias difíceis, mas mantém confiança na Justiça. “CARTA ABERTA DE ORUAM PARA TODOS OS FÃS. Família, já são 25 dias longe de vocês, vivendo uma fase difícil que não desejo pra ninguém. Mas sigo firme, com a certeza de que tanto a justiça dos homens quanto a justiça de Deus irão prevalecer. Não perco minha alegria, porque sei que essa perseguição tem um fim. Minha fé me sustenta, e minhas orações são constantes, pela minha família, por cada um de vocês que sempre estiveram comigo e também por aqueles que me perseguem”, iniciou.

O cantor também agradeceu as orações recebidas e disse que continua firme. “Peço de coração que continuem orando por mim também. Essa energia chega até aqui e me fortalece a cada dia. Quero que todos saibam que estou bem, com a cabeça erguida e o coração cheio de esperança. Mantendo o sorriso no rosto e a certeza de que a verdade uma hora vai vir a tona. Agora está mais fácil de mandar recados a vocês e prometo ser mais presente mesmo diante do caos, tudo que tenho e tudo que conquistei, devo a cada um de vocês”, afirmou Oruam.

O caso judicial

A prisão do artista foi determinada após denúncia do Ministério Público aceita pela juíza Tula Correa de Mello, do III Tribunal do Júri da Comarca da Capital. Oruam e Willyam Matheus Vianna Rodrigues Vieira foram acusados de tentativa de homicídio qualificado contra o delegado Moyses Santana Gomes e o oficial Alexandre Alves Ferraz, da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Na decisão, a magistrada ressaltou que a conduta dos denunciados causou “profundo abalo social” e representou uma inversão de valores diante do trabalho das forças de segurança.

O episódio aconteceu em 22 de julho, durante uma operação da Polícia Civil para cumprir um mandado de busca e apreensão contra um adolescente suspeito de ligação com o tráfico e crimes patrimoniais. A ação foi realizada na residência do cantor, no Joá, Zona Oeste do Rio. No momento da abordagem, Oruam e outros sete homens teriam lançado pedras de grande porte contra os policiais, colocando em risco a vida dos agentes envolvidos.

alfinetei

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