Lázaro Ramos teria cobrado cerca de R$ 90 mil para participar de uma ação publicitária durante o Rock in Rio. A estimativa foi divulgada pela coluna GENTE, da revista Veja, em levantamento publicado nesta quarta-feira (9). A publicação reuniu valores indicados por diferentes profissionais do mercado para participações de celebridades no festival.
O ator participou do evento no último domingo (6), acompanhado de Rafa Vitti, em uma campanha para uma marca de cerveja. Os dois estiveram na área VIP usando roupas verdes, em sintonia com a identidade da ação, e também foram fotografados ao lado do produto.
Cachês variam conforme contrato e entregas publicitárias
De acordo com a publicação, os R$ 90 mil atribuídos a Lázaro são apenas uma projeção e não foram confirmados pelo artista nem pela empresa envolvida na campanha. O montante negociado pode mudar conforme fatores como duração da participação, quantidade de conteúdos previstos, exclusividade e demais condições estabelecidas no contrato.
A lista apresentada pela Veja aponta uma grande variação entre os cachês estimados para os famosos. Tia Milena, que participou da edição mais recente do Big Brother Brasil, aparece com uma previsão de R$ 10 mil. Pequena Lo, Douglas Silva e Pedro Scooby, por sua vez, são citados com valores próximos de R$ 12 mil.
José Loreto e Rafa Vitti aparecem com estimativas de R$ 70 mil cada. Leandra Leal surge na sequência, com um valor calculado em R$ 60 mil.
Entre os maiores valores mencionados no levantamento estão os de Fátima Bernardes, estimado em R$ 100 mil, e Mariana Ximenes e Letícia Colin, com R$ 120 mil cada.
A reportagem também destaca que artistas que estão no elenco de novelas atualmente exibidas podem ter maior valorização comercial. Além do cachê pela presença no festival, uma ação publicitária pode incluir outras condições, como transporte em veículo particular, ingressos adicionais para acompanhantes, utilização de peças ou produtos determinados pela marca e acordos de exclusividade durante um período.
Os valores divulgados, no entanto, não são oficiais. As quantias foram calculadas a partir de estimativas fornecidas por fontes do mercado publicitário e não correspondem necessariamente aos valores efetivamente negociados entre artistas e marcas.
