Nesta sexta-feira (27), a Netflix disponibilizou a temporada final de Round 6, produção sul-coreana que se destacou internacionalmente pela combinação de suspense dramático e crítica às estruturas de poder. Com seis episódios, a nova leva conclui a jornada do protagonista Seong Gi-hun, interpretado por Lee Jung-jae, nos jogos cruéis comandados pelo personagem conhecido como Líder, vivido por Lee Byung-hun.
Na segunda temporada, o enredo mostrou a tentativa de Seong Gi-hun em liderar uma rebelião contra os responsáveis pelos jogos, mas a iniciativa foi brutalmente reprimida pelos soldados vestidos de rosa, resultando em diversas mortes na ilha onde se passam os desafios. Apesar dos acontecimentos trágicos, o protagonista segue determinado a enfrentar o sistema, com o objetivo de sobreviver e proteger o maior número possível de participantes.



Última temporada destaca resistência e crítica social
De acordo com o ator Lee Jung-jae, a persistência do personagem Seong Gi-hun se sustenta no vínculo com aqueles que o cercam. “Acho que o que o motiva a recuperar a força que ele precisa e um vislumbre de esperança são as pessoas que ele vê à sua volta”, afirmou Lee Jung-jae em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.
A temporada derradeira de Round 6 é composta pelos seguintes episódios:
- Episódio 1 – Chaves e facas, com duração de 57 minutos
- Episódio 2 – Noite estrelada, com 60 minutos
- Episódio 3 – Não é culpa sua, com 66 minutos
- Episódio 4 – 222, com 66 minutos
- Episódio 5 – ○△□, com 62 minutos
- Episódio 6 – Humanos, com 55 minutos
Com o lançamento desta última parte, Round 6 se consolida como uma das produções mais emblemáticas da plataforma de streaming, encerrando sua narrativa com episódios que prometem impactar o público com fortes emoções e reviravoltas marcantes.
Criada e dirigida por Hwang Dong-hyuk, a série apresenta uma contundente crítica ao sistema de classes, retratando indivíduos extremamente ricos como figuras desumanizadas que encontram prazer no sofrimento de pessoas vulneráveis, forçadas a competir por uma quantia irrisória em comparação com o poder econômico dos organizadores.
