Uma família só descobriu que uma de suas filhas havia falecido em um hospital após um ano de procura por ela como pessoa desaparecida. O caso ocorreu entre abril de 2023 e abril deste ano em Sacramento, Califórnia, EUA.
Jessie Peterson, de 31 anos, foi internada no Mercy San Juan Medical Center devido a complicações com diabetes. Ela morreu no hospital, mas sua família não foi informada, conforme reportado pelo NY Post.




Dois dias após sua morte, Jessie teria ligou para a mãe pedindo para ser buscada. No entanto, quando a mãe chegou ao hospital, foi informada de que Jessie havia recebido alta não autorizada pelos médicos e deixado o hospital. Durante o ano entre a morte de Jessie e a descoberta pela família de que ela não estava desaparecida, seu corpo permaneceu em uma geladeira no necrotério do hospital.
Família inicia busca por Jessie
Os Peterson passaram o ano após a suposta alta procurando por Jessie. Realizaram diversas buscas, conversaram com a polícia, fizeram boletins de ocorrência, distribuíram pôsteres e flyers, organizaram buscas e vigílias nas proximidades, e investigaram de maneira particular com amigos e familiares.
Ao descobrirem a verdade, os familiares processaram o hospital. O processo inclui um trecho que afirma: “Mercy San Juan deixou Jessie em um necrotério onde o corpo foi deixado para se decompor por mais de um ano enquanto a família a procurava.”
A família alegou que o tempo no necrotério causou danos severos ao corpo de Jessie, tornando-o “tão decomposto que um caixão aberto era impossível,” segundo o processo. Além disso, afirmaram que o corpo estava “tão descolorido que as tatuagens não eram visíveis.” O processo ainda aponta uma indenização de US$ 5 milhões.
