Na sexta-feira (22/8), o mercado financeiro celebrou um dia de festa tanto no Brasil quanto no mundo. As declarações de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos), sobre a possibilidade de redução das taxas de juros na próxima reunião da autoridade monetária em setembro, foram recebidas com um otimismo que se espalhou pelos principais mercados globais.
Durante sua fala no Simpósio de Jackson Hole, uma conferência anual nos Estados Unidos com a presença de líderes do Fed, Powell não garantiu que os juros cairão no próximo mês, mas sinalizou que essa possibilidade existe. Foi suficiente para que o otimismo dominasse o mercado, resultando na desvalorização do dólar em relação ao real e na alta acentuada da bolsa brasileira.




Dólar
- A moeda norte-americana encerrou a sessão em forte queda de 0,95%, negociada a R$ 5,426.
- Na máxima do dia, o dólar bateu R$ 5,477. A mínima foi de R$ 5,412.
- Na véspera, o dólar encerrou a sessão praticamente estável, em leve alta de 0,09%, cotado a R$ 5,495.
- Com o resultado, a moeda dos EUA acumula perdas de 3,28% no mês e de 12,36% no ano frente ao real.
Ibovespa
- O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores do Brasil (B3), fechou em forte alta, refletindo o otimismo que tomou conta do mercado.
- O indicador encerrou o pregão em disparada de 2,57%, beirando os 138 mil pontos (137,9 mil).
- No dia anterior, o indicador fechou o pregão em ligeira queda de 0,12%, aos 134,5 mil pontos.
- Com o resultado, a Bolsa brasileira acumula ganhos de 3,49% em agosto e de 14,24% em 2025.
