Um novo golpe virtual utiliza códigos maliciosos para modificar o QR Code do Pix em transações de compras online. O cliente escaneia o código como de costume, porém o valor é transferido para uma conta gerenciada pelos criminosos.
Uma empresa de segurança cibernética identificou 90 lojas de pequeno e médio porte infectadas no Brasil.
A maioria utiliza plataformas de comércio eletrônico de código aberto, que podem apresentar brechas quando não recebem atualizações de segurança.




Para se proteger, lojistas devem manter os sistemas atualizados e reforçar a segurança das plataformas. Já os consumidores precisam conferir o nome e o CNPJ do destinatário antes de confirmar qualquer pagamento via Pix.
