A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados está organizando uma ação para sancionar deputados que obstruírem as sessões no plenário da casa. O deputado que obstruir o presidente de ocupar a cadeira pode ser punido com suspensão de até seis meses. Aqueles que resistirem podem enfrentar um processo no Conselho de Ética, e em caso de qualquer tipo de confronto físico com a Polícia Legislativa da casa, há a possibilidade de que o deputado seja até mesmo cassado. Uma sessão foi agendada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para esta quarta-feira (6/08), às 20h30.
A tentativa dos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro de interromper as votações até que suas demandas fossem atendidas não teve sucesso devido à resistência da Mesa Diretora. Nenhuma das demandas defendidas pelo grupo, como anistia, impeachment de ministros do STF ou outras propostas autoritárias, foi levada em consideração.




A ordem do dia deixou evidente que a Câmara continuará seu percurso institucional, dando prioridade a projetos que beneficiem a sociedade e a previdência. Dentre eles, há a Medida Provisória 1.296/2025, referente à reestruturação dos benefícios do INSS, e o Projeto de Lei 6.461/2019, que estabelece o Estatuto do Aprendiz.
Por volta das 22h10, o presidente da Câmara, Hugo Motta, tentou dar início à sessão, mas deputados de oposição resistiram em deixar a Mesa Diretora. Houve empurra-empurra.
O acordo entre os líderes é abrir a sessão, o presidente fazer um pronunciamento e encerrar a sessão
GloboNews acaba de mostrar o deputado Hugo Motta sendo humilhado ao não conseguir sentar na cadeira da presidência.
CONGRESSO SEQUESTRADO
— Bruno Guzzo® (@BrunoGuzz0) August 7, 2025
