Ao longo deste ano, passaram a valer mudanças no Benefício de Prestação Continuada, auxílio que garante mensalmente o valor do salário mínimo, atualmente fixado em R$ 1.518, para cidadãos que atendem aos critérios legais. As informações são do Crusoé.
As novas diretrizes foram implementadas para aperfeiçoar a seleção dos beneficiários, fortalecer o controle fiscal e assegurar que o suporte alcance quem enfrenta vulnerabilidade real. O BPC é direcionado a idosos a partir de 65 anos e a pessoas com deficiência que convivem com limitações duradouras.




Veja as regras atualizadas
Para solicitar o benefício, a renda per capita familiar deve ser de até três quartos do salário mínimo, equivalente em 2025 a R$ 1.131,75. Podem fazer o requerimento idosos com 65 anos ou mais, brasileiros naturalizados ou portugueses residentes no país, além de pessoas com deficiência de qualquer idade com impedimentos de no mínimo dois anos.
A inscrição no Cadastro Único é obrigatória e precisa ser revista a cada 24 meses. A biometria passou a ser exigida tanto para novos pedidos quanto para atualizações cadastrais. O processo de solicitação pode ser realizado gratuitamente no site do INSS ou presencialmente nas agências.
Os ajustes recentes também incluem a incorporação dos rendimentos informais no cálculo de renda familiar, permitindo análise mais precisa das condições econômicas. Outra alteração relevante é a retirada do BPC recebido por outros integrantes da família do cálculo de renda, o que abre espaço para que mais de um morador possa receber o auxílio.
O governo projeta que o conjunto de mudanças equilibre responsabilidade fiscal e acesso ao benefício. Para o público atendido, manter o cadastro atualizado e cumprir as exigências administrativas será parte essencial da continuidade do recebimento.
