O Conselho Curador do FGTS recebeu uma proposta do Ministério das Cidades para elevar o limite das faixas de renda do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. A proposta foi confirmada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), órgão responsável pelo Conselho.
O programa governamental disponibiliza financiamento de imóveis com taxas de juros inferiores às normalmente praticadas pelo mercado. Recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Fundo Social (FS) são utilizados, e a iniciativa é dividida em três categorias de renda.




Faixa 1
Teto da renda passaria de R$ 2.850 para R$ 3.200.
Faixa 2
Teto da renda passaria de de R$ 4,7 mil para R$ 5 mil.
Faixa 3
Teto da renda passaria R$ 8,6 mil para R$ 9,6 mil e o valor do imóvel subiria de R$ 350 mil para R$ 400 mil.
Faixa 4
Teto da renda passaria de R$ 12 mil para R$ 13 mil e o teto do valor do imóvel de R$ 500 mil para R$ 600 mil.
Quem pode aderir ao Minha Casa Minha Vida
O programa Minha Casa Minha Vida não possui inscrição ou processo seletivo. Basta se enquadrar nos limites de renda (veja tabela abaixo) e não ter nenhum outro imóvel ou qualquer financiamento habitacional vigente.
A família deve procurar um imóvel e ter a análise de crédito aprovada por alguma instituição financeira habilitada. O contrato de financiamento é celebrado diretamente entre a família e o banco e não precisa ser feito apenas pela Caixa.
Também não é necessário ter saldo na conta do FGTS para acessar o financiamento. Contudo, caso o interessado tenha qualquer valor depositado em sua conta do FGTS, poderá utilizar o valor para reduzir a entrada do financiamento. Os depósitos a serem efetuados pelos empregadores na conta do trabalhador também poderão ser utilizados (FGTS Futuro).
