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Saiba quem é o canibal da vida real de Ilhéus

Crime em Ilhéus aumenta o medo e revela que agressor teria outros alvos
Canibal (Foto Reprodução Redes Sociais)

Canibal (Foto Reprodução Redes Sociais)

O medo tomou conta da área rural de Ilhéus, na Bahia, após o crime cometido por Luiz Teixeira de Oliveira, de 46 anos, que matou o colega de trabalho Pedro Nascimento dos Santos, de 60 anos. As informações são do Bacci Notícias.

Em uma entrevista ao Luiz Bacci, David Souza Mendes, um trabalhador rural amigo de Luiz, revelou um detalhe que aumentou a tensão na comunidade: a suspeita de que o agressor teria outros alvos. “O povo está mais apreensivo, das fazendas próximas. Ele disse que teria oito na lista dele. Segundo ele”, contou David.

Saiba os detalhes do assassinato

O crime ocorreu na Fazenda Baixinha, no primeiro dia de trabalho de Luiz Teixeira no local. Segundo a polícia, os dois homens se desentenderam por motivos ainda desconhecidos, e Luiz atacou Pedro violentamente com golpes de pau. A agressão foi tão forte que a massa encefálica da vítima ficou espalhada pelo chão.

Testemunhas relataram que, após o assassinato, o suspeito teria se aproximado do corpo e ingerido parte do cérebro da vítima, gritando que era canibal. Após o crime, o assassino fugiu para uma área de mata. A polícia, desde então, tem realizado buscas intensas na região. Segundo o relato de David, o agressor foi visto em um distrito vizinho. “Não apareceu, eu tive informações que estava em um distrito, deram uma surra, mas ele conseguiu escapar”, disse a testemunha.

Apesar da revelação chocante, David descreveu o agressor como alguém que conhecia e que não tinha inimizade com ele. “Ele tinha uma amizade comigo, não tinha nada contra a minha pessoa”, afirmou.

O caso foi registrado na delegacia como homicídio qualificado. André Aragão Lima, delegado da 7ª Coorpin, informou que a versão de canibalismo não foi confirmada oficialmente, mas as investigações seguem em andamento para esclarecer a motivação do ataque e, finalmente, prender o suspeito.

Agora, a comunidade vive em alerta e com medo, temendo que o agressor retorne e complete o que, supostamente, seria sua lista de “alvos”.

alfinetei

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