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Uso de IAs em universidades obriga instituições a criar regras de conduta; VEJA VÍDEO

Universidade (Foto Reprodução Redes Sociais)

Universidade (Foto Reprodução Redes Sociais)

Universidades brasileiras passaram a adotar diretrizes formais nesta semana (22/04) para regular o uso de inteligência artificial em atividades acadêmicas, com publicação de manuais voltados a estudantes e docentes em todo o país. As informações são do g1.

As orientações institucionais detalham como ferramentas digitais podem ser utilizadas sem comprometer o desenvolvimento educacional, com foco em evitar dependência excessiva da tecnologia durante tarefas e avaliações.

Uso responsável da tecnologia no ambiente universitário

A Universidade Estadual Paulista autoriza aplicações como tradução de textos, produção de resumos e organização de cronogramas, desde que estudantes não apresentem respostas geradas por sistemas automatizados como trabalho próprio. A utilização durante provas sem autorização docente caracteriza fraude acadêmica.

As normas estabelecem que estudantes podem recorrer à inteligência artificial como apoio, porém não como substituição integral da produção intelectual.

As instituições também exigem transparência no uso dessas ferramentas, com indicação explícita ao final de trabalhos acadêmicos sempre que recursos de inteligência artificial forem utilizados.

Especialistas defendem que a adaptação depende de compromisso ético coletivo entre estudantes e docentes, além de mudanças progressivas nos métodos de ensino e avaliação.

Veja:

@g1

IA na educação – O aumento do uso de inteligência artificial em universidades brasileiras obrigou instituições de ensino a estabelecer regras de conduta para os alunos. Essas regras estão em manuais e guias que as universidades estão publicando para orientar os alunos e os professores no uso da inteligência artificial. O que elas querem é evitar que a tecnologia acabe atrapalhando a aprendizagem. A Universidade Estadual Paulista, a Unesp, por exemplo, aceita que o aluno use a inteligência artificial para traduzir textos, elaborar resumos, criar cronogramas, mas não que o estudante só copie e cole o que a IA responder. Usar essas ferramentas durante uma prova, sem a autorização do professor, é considerado fraude acadêmica. Resumindo: você pode ter um assistente, mas não um robô que faça todo o trabalho no seu lugar. A regra é jogar limpo: sempre que o aluno tiver usado a IA em um trabalho, precisa deixar isso claro no fim do texto. O caminho, segundo especialistas, é contar com a ética de todos – alunos e professores – e, aos poucos, entender que as avaliações e as aulas não podem continuar como eram antes. Veja a reportagem completa clicando em ‘ler o artigo’. jn ia universidades tiktoknotícias

♬ som original – g1 – g1

alfinetei

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