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VÍDEO: Imagens mostram correria após tiro em ato pró-Lula em universidade de Sergipe

VÍDEO: Imagens mostram correria após tiro em ato pró-Lula em universidade de Sergipe

Um policial militar é suspeito de efetuar um disparo de arma de fogo durante um ato político em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizado na noite de quinta-feira (8/10), em frente à Universidade Federal de Sergipe (UFS). Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram o momento em que pessoas reunidas no local correm após ouvirem o tiro. Segundo as informações divulgadas, o sargento da Polícia Militar de Sergipe (PMSE) estaria dentro de um carro quando teria feito o disparo. Não houve registro de feridos.

O episódio provocou reações de integrantes da base do governo. Guilherme Boulos, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, compartilhou uma das gravações e classificou o episódio como uma ação de um apoiador do bolsonarismo contra a manifestação.

Entidades estudantis condenam disparo durante manifestação

Ao comentar o caso, Boulos publicou: “Bolsonarista armado atira contra manifestação de Lula em Sergipe! Zambelli, Roberto Jefferson e agora o atirador de Sergipe… Este é o Brasil de Bolsonaro”.

A mobilização havia sido organizada pelo Diretório Central dos Estudantes da UFS (DCE/UFS), que divulgou uma nota de repúdio após o episódio. A entidade afirmou que o ato terminou de maneira pacífica e que o disparo teria ocorrido depois do encerramento da manifestação.

“O DCE, conjuntamente com a UNE, repudia veementemente o ocorrido no final do ato mobilizatório dos estudantes na porta da UFS. Após a finalização do ato, um bolsonarista sacou uma arma de fogo e realizou disparos como forma de intimidação. O ato dos estudantes ocorreu de modo pacífico, com apoio logístico das forças de segurança de trânsito, sem qualquer outra intercorrência”, criticou.

Na mesma manifestação, o DCE ressaltou que os participantes têm direito de expressar suas posições políticas e afirmou que ninguém foi atingido pelo disparo.

“A liberdade de expressão é um direito constitucional e ninguém atingirá a ousadia da juventude em se posicionar. Felizmente, ninguém foi atingido. O DCE já está tomando as medidas cabíveis diante da situação”, finalizou.

O caso deverá ser apurado pelas autoridades para esclarecer a dinâmica do disparo e verificar a responsabilidade do policial militar suspeito.

alfinetei

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