A equipe jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro acionou o Supremo Tribunal Federal para tentar manter a prisão domiciliar humanitária que está perto do fim. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, responsável pelo caso, e busca estender a medida por mais tempo.
A defesa argumenta que o estado de saúde do ex-presidente continua exigindo cuidados constantes e acompanhamento médico, reforçando que não houve melhora significativa desde a concessão inicial da prisão domiciliar.




Defesa fala em doenças crônicas e acompanhamento contínuo
Segundo os advogados, Bolsonaro convive com um conjunto de condições médicas consideradas complexas, incluindo doenças de longa duração e sequelas que exigem uso contínuo de medicamentos e monitoramento frequente.
O pedido também cita exames recentes realizados no dia 15 de junho, como tomografias e endoscopia, que fazem parte do acompanhamento de problemas respiratórios e digestivos relatados pela defesa.
Caso agora está nas mãos do STF
A equipe jurídica pede que o tribunal considere decisões anteriores em situações semelhantes, nas quais réus com problemas graves de saúde tiveram o regime adaptado.
Agora, a solicitação será analisada pelo relator no STF, que vai decidir se mantém ou não a prisão domiciliar humanitária nas mesmas condições atuais.
