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Lula é recebido com gritos e abraços no Planalto e ganha presente de funcionária

Presidente voltou à sede do governo nesta quinta-feira (5) e foi homenageado por servidores, que cantaram jingle tradicional de suas campanhas.
Lula é recebido com gritos e abraços no Planalto e ganha presente de funcionária

O retorno de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Palácio do Planalto nesta quinta-feira (5) foi marcado por uma recepção calorosa dos funcionários da sede do governo federal. O presidente foi recebido com manifestações de apoio, cantos de campanha e até ganhou uma caneca de presente de uma servidora.

Entre os momentos registrados, os trabalhadores se reuniram para cantar “Olê, olê, olê, olá, Lula”, música tradicionalmente associada às campanhas eleitorais do petista. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, também acompanharam a homenagem.

Presidente agradece recepção dos servidores

Lula comentou o encontro nas redes sociais e agradeceu o gesto dos funcionários. Em uma publicação, afirmou ter sido recebido com carinho, emoção e esperança pelos trabalhadores do Planalto.

Em outra mensagem, o presidente destacou que a manifestação serviu como incentivo para seguir à frente do governo. “Esse abraço renova a minha força e a minha fé. Seguimos juntos, com o coração cheio de gratidão e a certeza de que ainda temos muito a fazer pelo nosso povo e pelo Brasil”, escreveu.

Durante a reta final da campanha eleitoral e nas semanas seguintes à reeleição, Lula vinha concentrando parte de seus despachos no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência.

Lula reúne equipe para discutir economia

Além do retorno ao Planalto, o presidente tinha uma reunião prevista para esta quinta-feira, no Alvorada, com integrantes e ex-integrantes da equipe econômica e outros aliados para discutir os rumos da economia brasileira.

Entre os nomes citados estão o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), o atual titular da pasta, Dario Durigan, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e Geraldo Alckmin. Guido Mantega também demonstrou interesse em participar da conversa.

A discussão envolve alternativas para preservar benefícios sociais, reorganizar a trajetória da dívida pública e atrair investimentos estrangeiros, especialmente em áreas ligadas a soluções ambientais e geológicas. Segundo os dados apresentados no texto original, a dívida pública brasileira ultrapassa 82% do Produto Interno Bruto (PIB).

alfinetei

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