No Brasil, o direito de decidir se terá ou não filhos ainda enfrenta barreiras significativas. Uma pesquisa realizada pela Bayer em parceria com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) revela que, em 2022, 62% das mulheres já tiveram ao menos uma gestação não planejada ao longo da vida.
O levantamento identificou que as principais dificuldades no uso de métodos contraceptivos estão relacionadas à não utilização (34%), falhas no método (27%) e uso inadequado (20%). Além disso, fatores econômicos interferem diretamente na escolha e no acesso a esses recursos.

Avanços no acesso a métodos contraceptivos
O acesso a contraceptivos no Brasil tem crescido gradualmente, tanto na rede pública quanto nos planos de saúde. Um exemplo recente é o Implanon, implante subdérmico liberador de etonogestrel, aprovado para uso no país desde 2001, mas incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) apenas em julho de 2025 . O Ministério da Saúde estima que 1,8 milhão de unidades serão distribuídas até 2026.
Avanços no acesso a métodos contraceptivos
O acesso a contraceptivos no Brasil tem crescido gradualmente, tanto na rede pública quanto nos planos de saúde. Um exemplo recente é o Implanon, implante subdérmico liberador de etonogestrel, aprovado para uso no país desde 2001, mas incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) apenas em julho de 2025 . O Ministério da Saúde estima que 1,8 milhão de unidades serão distribuídas até 2026.
