Pequena e de cor amarela intensa, essa fruta típica da América Latina chama a atenção pelo sabor adocicado e levemente ácido. Embora seja pouco conhecida em alguns lugares, ela tem forte presença cultural em países tropicais e já foi mencionada até em registros históricos.
A planta que dá origem a essa fruta pode atingir de 9 a 20 metros de altura. Seu ciclo de floração começa em abril e cada safra pode render entre 2 mil e 4 mil frutos. Na América Central, ela é consumida in natura, mas também aparece em sorvetes, geleias, bebidas fermentadas e licores tradicionais.


Com 3,6% de proteína, esse alimento oferece o triplo do valor encontrado na banana e muito mais que o morango. Também é fonte de fibras, chegando a 8,4% em uma xícara, além de concentrar vitamina C em níveis superiores aos da tangerina e da goiaba. Esses elementos fortalecem o sistema imunológico, ajudam na reparação de tecidos, protegem a pele contra o envelhecimento precoce e combatem radicais livres que prejudicam as células.
Por ser rica em fibras, a fruta pode contribuir para a redução do colesterol e da pressão arterial, diminuindo os riscos de doenças cardiovasculares e acidentes vasculares cerebrais. Além disso, auxilia no funcionamento do sistema digestivo, aliviando desconfortos como prisão de ventre e dores estomacais, além de favorecer o equilíbrio da microbiota intestinal.
Apesar de abundante em países tropicais da América Central, do Brasil e do Paraguai, ela ainda é difícil de encontrar em alguns mercados. Em lugares com menor oferta, é possível adquiri-la em versões desidratadas, sucos ou licores importados vendidos online.
Quem tiver acesso a esse alimento pode incorporá-lo no dia a dia de várias formas:
- Consumir fresco como lanche ou sobremesa;
- Preparar sucos ou batidas com sabor tropical;
- Adicionar em saladas com vegetais e frutas variadas;
- Utilizar em geleias, molhos ou sobremesas como gelatinas.
