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Saiba qual é a bebida com maior potencial para câncer, segundo especialistas

Especialistas da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC) apontam o álcool como um carcinógeno do Grupo 1
Bebida2(1)

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A história da bebida alcoólica remonta à Pré-História, no período Neolítico, quando a agricultura e a cerâmica foram inventadas. As primeiras provas de bebidas alcoólicas foram encontradas na China, em Jiahu, e datam de 7000 a.C. Os agricultores fermentavam uma mistura de arroz, uvas, bagas de espinheiro-alvar e mel em vasilhas de barro.

Quando uma pessoa perde o controle sobre a ação de beber ela se torna objeto da bebida, que
perturba a consciência para além do domínio que a pessoa tem de si mesma. Eis a embriaguez
em sua forma mais simples, uma leitura sem preconceitos, mas ao mesmo tempo carregada
com tintas muito fortes, porque nem todos os que bebem são dominados pela bebida, embora
não se deva esquecer o quanto as bebidas acendem as paixões.

O termo alcoólatra confere uma identidade e impõe um estigma, que anula todas as outras
identidades do sujeito, tornando-o tão somente aquilo que ele faz e que é socialmente
condenado, não pelo que faz, mas pelo modo como o faz. Em outros termos, não é a bebida
em si, mas aquela pessoa que bebe mal, isto é, de modo abusivo, desregrado, que a leva à
condição de ser socialmente identificada popularmente como “alcoólatra”, ou seja, quem
“idolatra”, “adora” e se tornou dependente do álcool.

Pesquisa

No último relatório divulgado pelo Centro de Informações sobre Saúde do Álcool (CISA), dados sobre o consumo de álcool no Brasil revelaram que 45% dos brasileiros ingerem bebidas alcoólicas; desses, 20% bebem álcool pelo menos uma vez por semana ou a cada 15 dias.

Especialistas da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC) apontam o álcool como um carcinógeno do Grupo 1, o que significa que está diretamente relacionado a mutações celulares e processos metabólicos que aumentam os riscos de câncer.

Uma dose de álcool destilado, como vodca, cachaça ou até cerveja (aproximadamente 350mL), corresponde a até 14g de álcool puro, diz a CISA.

Quando ingerido, esse álcool é metabolizado pelo organismo de forma danosa: no fígado, torna-se acetaldeído, composto que danifica o DNA das células; além disso, a metabolização tende a gerar radicais livres, moléculas instáveis responsáveis por causar estresse oxidativo. As informações são da Revista Fórum.

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