Christian Brueckner, considerado o principal suspeito no desaparecimento de Madeleine McCann, deixou a prisão de Sehnde, na Alemanha, na quarta-feira (17/9), após cumprir sete anos de pena por estuprar uma idosa em Praia da Luz, em Portugal. O alemão de 48 anos foi retirado do local em um Audi preto, acompanhado de seu advogado, Friedrich Fülscher.
Logo após a liberação, Brueckner foi visto em uma filial do McDonald’s, onde teria comemorado com um cheeseburger, nuggets de frango e uma bebida quente, segundo o jornal alemão Bild. Testemunhas relataram ainda que ele fumava um cigarro no local, em clima de aparente descontração.



Embora não tenha sido acusado formalmente pelo desaparecimento de Madeleine, ocorrido em 2007 durante férias da família no Algarve, Brueckner segue como único suspeito nas investigações. Ele morava em Portugal na época do sumiço da menina, que continua sem solução quase duas décadas depois.
Medidas restritivas impostas pela Justiça
De acordo com o promotor alemão Hans Christian Wolters, Brueckner deverá usar tornozeleira eletrônica pelos próximos cinco anos, além de se apresentar mensalmente a um agente de condicional. Qualquer mudança de residência ou estadia também precisará ser aprovada judicialmente. Já seu advogado afirma que, se houvesse provas suficientes contra ele, acusações relacionadas ao caso Madeleine já teriam sido feitas.
