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Câncer de mama: saiba quando fazer os exames de rastreamento

Brasil deve registrar 78.610 novos casos da doença por ano até 2028, segundo o INCA
Câncer de mama: saiba quando fazer os exames de rastreamento

O rastreamento do câncer é uma das estratégias utilizadas para a detecção precoce da doença. Ele envolve a realização de exames em indivíduos que, normalmente, não apresentam sintomas, com a finalidade de detectar alterações que possam sinalizar a presença de câncer ou lesões precursoras.

Ele é diferente da investigação diagnóstica. Quando uma pessoa apresenta sintomas ou alguma alteração suspeita, os exames são solicitados para investigar aquela situação específica.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a detecção precoce envolve duas estratégias: o diagnóstico precoce, voltado para pessoas com sinais e sintomas, e o rastreamento, realizado em pessoas sem sintomas que pertencem a uma população em que os benefícios da estratégia são comprovados.

Quais exames fazem parte do rastreamento do câncer?

As recomendações variam conforme o tipo de câncer e o perfil de cada pessoa. Entre os principais rastreamentos estão os de câncer de mama e de colo do útero. O rastreamento do câncer colorretal também vem ganhando novas diretrizes no Brasil.

Câncer de mama: mamografia

A mamografia é o principal exame utilizado no rastreamento do câncer de mama.

Atualmente, o INCA recomenda o rastreamento mamográfico para mulheres de 50 a 69 anos, a cada dois anos. Nessa faixa etária, as evidências indicam um equilíbrio mais favorável entre os benefícios e os possíveis riscos do rastreamento.

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