Um caminhoneiro despejou resíduos na entrada de uma residência na segunda-feira (06/04), na cidade de San Pablo, após uma disputa relacionada ao pagamento de um serviço de coleta. A ação foi gravada por câmeras de segurança e passou a ser apurada pelas autoridades locais. As informações são do O Globo.
O material mostra o momento em que um caminhão descarrega o conteúdo de uma caçamba em frente ao imóvel. O serviço havia sido contratado por moradores que realizavam mudança e precisavam descartar materiais, mas o pagamento não teria sido concluído, segundo o responsável pela empresa.


Empresa alega prejuízo após tentativa de cobrança sem sucesso
De acordo com o empresário Martin Perez, da empresa Express Rental Dumpster, houve tentativas repetidas de cobrança sem sucesso. “Foi recusado. Recusaram o cartão”, afirmou Perez à emissora KTVU.
O responsável relatou que os clientes prometeram efetuar o pagamento posteriormente, mas a compensação não ocorreu. Diante da situação, a equipe retornou ao local para recolher a caçamba e decidiu despejar os resíduos na entrada da propriedade.
O empresário justificou a decisão ao citar custos operacionais, incluindo transporte e taxas de descarte em aterros, que poderiam resultar em prejuízo financeiro. Durante a ação, um trabalhador afirmou que os moradores “não haviam pago” pelo serviço.
Após o despejo, um homem ligado à residência apareceu no local, demonstrou irritação e fez contato telefônico enquanto questionava o ocorrido.
Vizinhos acionam polícia e caso passa a ser investigado
Moradores da região acompanharam a situação. Uma vizinha identificada como Mary afirmou que se surpreendeu com a cena e relatou ter recebido informação de que cerca de 700 dólares teriam sido pagos pelo serviço.
O material descartado permaneceu concentrado na calçada e nas proximidades da casa, sem bloquear completamente a via. A polícia local foi acionada e compareceu ao endereço durante a noite.
As autoridades orientaram o motorista a retirar o lixo da rua e manter o material dentro da área da propriedade. O caso passou a ser analisado pelo setor responsável por fiscalização urbana, que apura situações relacionadas a segurança e possíveis impactos ambientais.
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