O dólar fechou em forte queda de 0,97% nesta quinta-feira (30), cotado a R$ 4,952, em pregão de forte ajuste e maior apetite global por ativos de risco, o que pressionou a moeda norte-americana no exterior.
É o menor valor de encerramento desde 7 de março de 2024, quando a divisa encerrou o dia a R$ 4,933.
A sessão foi marcada pela forte queda nos preços do petróleo, o que reduziu temores inflacionários e estimulou a busca por ativos de maior risco, como ações. A divulgação de indicadores também reforçou apostas em um diferencial de juros ainda atrativo entre Brasil e Estados Unidos.


Bolsa
A Bolsa fechou em alta de 1,63%, aos 187.317 pontos, revertendo a queda de mais de 2% registrada na quarta-feira (29).
No acumulado do mês, o dólar registrou queda de 4,39%, e a Bolsa, queda de 0,07%, próxima da estabilidade. No ano, a moeda tem baixa de 9,76%, enquanto o Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileira, acumula alta de 16%.
No exterior, a queda nas cotações do petróleo melhorou o apetite global por ativos de risco durante o pregão -a tendência foi acompanhada por investidores brasileiros. Após atingir o maior valor no mês, a US$ 115, os preços da commodity recuavam 3,41%, às 17h, cotados a US$ 114,01.
Desde o início do conflito no Oriente Médio, o petróleo acumula alta de cerca de 30%. Nos últimos dias, a commodity tem subido em meio aos persistentes impasses nas negociações entre Estados Unidos e Irã.
