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Nova pílula contra o câncer de pâncreas leva médicos às lágrimas; Saiba mais!

Nova pílula contra o câncer de pâncreas leva médicos às lágrimas; Saiba mais!

O maior congresso de oncologia do mundo, o Asco 2026, trouxe uma novidade que surpreendeu e emocionou até mesmo médicos que acompanhavam a apresentação, nesta segunda-feira (de um estudo sobre medicamento contra câncer no pâncreas.

Realizado em Chicago, o evento reúne anualmente milhares de especialistas, pacientes e entidades envolvidas no diagnóstico e tratamento do câncer.

Essa novidade tem a ver com os estudos de fase 3 do daraxonrasib, um medicamento alvo-dirigido para combater o câncer de pâncreas, um dos tipos com maior taxa de letalidade.

O oncologista Márcio Almeida, mebro da Sociedade Brasileira de Oncologia (SBO), explica o motivo da emoção dos médicos: é que as opções de tratamento hoje são bem limitadas diante de um câncer tão agressivo. As informações são do G1.

Estudo

Um estudo de fase três significa uma eficácia comprovada e que os próximos passos para que ele chegue aos pacientes podem ser seguidos.

E olha só qual foi o resultado alcançado: a nova droga praticamente dobrou a sobrevida mediana em pacientes já tratados de cerca de 6,7 para 13,2 meses, quando comparado à quimioterapia padrão. Também reduziu em aproximadamente 60% o risco de morte. Isso é um resultado realmente incomum, segundo reforçou o oncologista.

Também é importante lembrar que essa é uma segunda opção depois de um tratamento quimioterápico inicial, mas qualquer ganho em tempo e qualidade de vida precisam ser comemorados nesses casos.

A conclusão dos pesquisadores, publicada no Journal of Clinical Oncology, foi direta: o daraxonrasib deve se tornar o novo padrão de tratamento para pacientes com câncer de pâncreas metastático em segunda linha.

‘O aplauso em pé foi merecido’

Stephen Stefani, oncologista da Americas Health Foundation, estava presente na sessão plenária em Chicago. Ao g1, ele explica a comoção:

“Raramente celebramos um medicamento com esse perfil: baixa toxicidade, impacto real em sobrevida e um mecanismo inédito para essa doença”, diz ele. “Eram mais de 500 pacientes com câncer de pâncreas avançado, já sem resposta à quimioterapia, avaliados no desenho mais rigoroso da pesquisa clínica —e com sobrevida dobrada em relação ao padrão anterior. O aplauso em pé foi merecido.”

alfinetei

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