Skip to content

Mesmo proibidos, saltos seguem em viaduto na capital paulista

Mesmo proibidos, saltos seguem em viaduto na capital paulista

A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, após um salto de rope jump no interior de São Paulo, voltou a levantar questionamentos sobre a realização de esportes radicais em estruturas urbanas. O caso aconteceu no sábado (13), durante uma atividade na chamada Ponte do Esqueleto, entre Limeira e Cordeirópolis, onde a menina caiu de uma plataforma de cerca de 40 metros sem a corda de segurança presa ao corpo.

A Prefeitura de São Paulo informa que saltos e práticas semelhantes são proibidos no Viaduto Sumaré, na Zona Oeste da capital, embora eventos continuem sendo anunciados pela internet.

Três homens foram presos em flagrante após a morte de Maria Eduarda e devem responder por homicídio com dolo eventual. A investigação apontou que a ausência da conexão da corda de segurança foi determinante para a queda durante a atividade.

Viaduto Sumaré tem restrição para esportes radicais desde 2005

A Prefeitura de São Paulo proibiu práticas como rapel no Viaduto Sumaré em agosto de 2005. Na época, a estrutura era conhecida como Viaduto Doutor Arnaldo e passou a ter fiscalização após um praticante cair de uma altura de 27 metros durante uma atividade realizada na Avenida Sumaré.

Segundo comunicado divulgado pela administração municipal naquele período, centenas de pessoas circulavam pela área inferior do viaduto durante a atividade, situação que poderia colocar outras pessoas em risco. Após a queda, a Guarda Civil Metropolitana (GCM) recebeu autorização para fiscalizar o ponto e recolher equipamentos utilizados em atividades proibidas.

A restrição municipal, porém, teve momentos de flexibilização. Em dezembro de 2014, a Prefeitura de São Paulo apoiou a realização da Fun Arena Vertical no Viaduto Sumaré. O evento reuniu modalidades como rapel, bungee jumping e tirolesa com apoio da Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação (SEME).

Na ocasião, os organizadores afirmaram que a proposta era permitir novamente atividades esportivas no espaço com autorização oficial. “Era necessário fazer alguma coisa no Viaduto Sumaré com autorização da Prefeitura, porque até então todo mundo praticava vários esportes aqui, mas sem nenhuma autorização”, afirmou Carlos Cerneve, representante da empresa organizadora na época.

Mesmo após cerca de 20 anos da proibição, o Viaduto Sumaré continua sendo procurado por praticantes de esportes radicais. Empresas também seguem divulgando eventos no local em redes sociais e plataformas de venda de ingressos, com valores anunciados a partir de R$ 89.

alfinetei

A página @alfinetei foi criada há cerca de 10 anos com o propósito de proporcionar entretenimento através de uma abordagem humorística, especialmente focada em comentários sobre celebridades e fofocas.

Saiba antes de todo mundo

    Receba as melhores notícias e fofocas dos famosos no seu e-mail!