A atriz Camila Queiroz usou as redes sociais nesta terça-feira (7/7) para compartilhar uma decisão tomada ao lado do marido, o ator Klebber Toledo, após o nascimento da filha, Clara. A artista contou que optou pelo armazenamento das células-tronco da bebê, procedimento que pode contribuir em futuros tratamentos para diferentes doenças.
Durante uma sequência de vídeos publicados nos stories, Camila afirmou que o interesse pelo tema surgiu antes mesmo da maternidade. Segundo ela, a gravidez despertou ainda mais a vontade de entender como funciona a coleta e quais são as possibilidades de uso desse material no futuro. “Comecei a pesquisar muito sobre a coleta das células-tronco do bebê e os benefícios disso”, disse.




Camila afirma que buscou orientação médica antes de tomar a decisão
A atriz explicou que conversou diversas vezes com a obstetra antes de optar pelo procedimento. Segundo Camila, além das consultas médicas, ela buscou informações sobre pesquisas e aplicações das células-tronco na medicina.
“Eu perguntei muitas vezes para a minha obstetra, fui atrás, me informei pra caramba, e ela sempre me dava respostas muito otimistas, muito positivas, inclusive sobre estudos que ainda continuam acontecendo. Hoje, a gente já tem milhares de transplantes que foram realizados e diversas aplicações das células-tronco”, explicou a famosa.
Camila contou que a decisão foi tomada em conjunto com Klebber Toledo e teve como principal motivação oferecer uma possibilidade de cuidado para a filha no futuro. Clara nasceu em dezembro de 2025 e, segundo a atriz, o casal avaliou cuidadosamente todas as informações antes de seguir com o procedimento.
“Para nós, foi uma escolha muito consciente, muito pensada e pensando principalmente no futuro da Clara. Mamães e papais que estão agora nesse momento de tomar essa decisão, deem uma pesquisada, perguntem para a obstetra de vocês, se informem mais”, ponderou.
A artista também explicou que a coleta foi realizada logo após o parto, de forma rápida e sem causar desconforto para ela ou para a bebê. De acordo com Camila, as células-tronco podem ser retiradas do sangue e do tecido do cordão umbilical, estruturas que normalmente são descartadas após o nascimento.
“É um processo muito simples, muito seguro, não tem risco nenhum nem para a mamãe, nem para o bebê. Eu praticamente nem vi a pessoa fazendo essa coleta”, completou.
