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Erika Hilton rebate acusações e diz ser alvo de difamação da extrema-direita; veja VÍDEO

Deputada afirma que nomeações seguem a legalidade.
Erika Hilton (foto Reprodução Redes Sociais)

Erika Hilton (foto Reprodução Redes Sociais)

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) se manifestou nesta terça-feira (24) sobre as acusações envolvendo a nomeação de dois maquiadores como secretários parlamentares em seu gabinete. Em áudio divulgado pelo portal LeoDias, Erika chamou o ocorrido de tentativa de difamação promovida por setores da extrema-direita com o objetivo de deslegitimar sua atuação política.

Segundo Erika, o pedido de cassação apresentado pela oposição representa uma investida direta contra sua presença no Congresso. “Eles não me querem dentro do parlamento. Eles odeiam a minha voz, odeiam o meu mandato, odeiam o trabalho sério que eu realizo dentro e fora da Câmara”, afirmou.

Deputada defende assessores e nega irregularidades

A parlamentar destacou que os assessores citados exercem funções técnicas e estratégicas no gabinete, além de manterem engajamento com pautas sociais. “São maquiadores, sim, ótimos maquiadores, mas são muito mais do que isso: são pessoas LGBTs, com graduação, que atuam com pautas importantes, da comunidade LGBTQIA+, das cidades, dos interiores”, explicou Erika, reforçando que as nomeações são legais e transparentes.

A deputada também afirmou que ambos os profissionais realizam atividades como articulação com movimentos sociais, acompanhamento de comissões, produção de briefings e materiais de comunicação. Segundo Erika, a maquiagem feita por eles acontece fora do expediente e não interfere nas funções parlamentares.

A deputada alegou que a denúncia teve origem em uma publicação de uma pessoa que teria feito investidas românticas a um dos assessores e não foi correspondida. “Foram capazes de usar um tweet de uma pessoa qualquer, que temos provas que dava em cima do meu assessor, para tentar dizer que eu o contratei só porque é maquiador”, disse.

Erika Hilton ainda afirma que sua atuação política e a capacidade de diálogo com setores fora do Congresso incomodam adversários ideológicos. “Odeiam a maneira como eu consigo me comunicar com a sociedade fora das bolhas. Odeiam o trabalho que eu faço ao lado dos trabalhadores, por exemplo, com o fim da Escala 6×1, na defesa do povo palestino, nos direitos da comunidade LGBTQIA+”, declarou.

“A extrema-direita tem medo de mim e da minha voz. Por isso, produzem essas narrativas. Mas tudo que alegam é fácil de ser comprovado”, concluiu a deputada. Ouça o áudio:

alfinetei

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