Harry Styles virou assunto nas redes sociais após a divulgação da arte usada em um dos ingressos de sua série de 30 shows em Nova York. A ilustração mostra um veículo estilizado no ar, diante do Empire State Building, e acabou sendo comparada por internautas às imagens dos atentados de 11 de setembro de 2001.
A repercussão ganhou força justamente nesta semana, quando os Estados Unidos relembram os 25 anos dos ataques que deixaram quase 3 mil mortos. No X, usuários questionaram a escolha da imagem e apontaram que a associação poderia ter sido evitada.
“Ousado esse convite, considerando que estamos na semana do 11/9, mas as cores são bonitas”, escreveu um internauta. Outro comentou: “Seria bonitinho se o 11 de setembro não tivesse acontecido”.

Arte do ingresso de Harry Styles causa repercussão
A imagem faz parte da identidade visual relacionada à temporada de apresentações do cantor em Nova York. Embora a ilustração não faça uma referência explícita aos atentados, a composição chamou atenção pela presença do veículo sobrevoando um dos prédios mais conhecidos da cidade.
A coincidência com o aniversário dos ataques contribuiu para que a arte fosse interpretada de forma negativa por parte do público. As críticas, no entanto, partiram de usuários das redes sociais e não indicam que Harry Styles tenha feito uma referência intencional ao episódio.

Harry Styles se pronunciou sobre as críticas?
Até o momento, o cantor não se manifestou publicamente sobre a repercussão da ilustração.
A sequência de shows em Nova York faz parte de uma extensa temporada de apresentações do artista na cidade, e a arte acabou ganhando uma repercussão diferente daquela aparentemente planejada por causa do momento em que foi divulgada.
O que aconteceu em 11 de setembro de 2001?
Os atentados ocorreram em 11 de setembro de 2001, quando quatro aviões comerciais foram sequestrados por integrantes da Al-Qaeda. Dois deles atingiram as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York. Os outros dois foram usados nos ataques que atingiram o Pentágono e resultaram na queda de uma aeronave na Pensilvânia.
Quase 3 mil pessoas morreram durante os ataques, entre passageiros, tripulantes, pessoas que estavam nos edifícios e integrantes das equipes de resgate. Em 2026, os Estados Unidos marcam os 25 anos da tragédia.
