A Prefeitura de Limeira iniciou nesta quarta-feira (17/6) uma ação para impedir entradas não autorizadas na Ponte do Esqueleto. A iniciativa foi tomada após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, no sábado (13/6), durante uma atividade de rope jump em que a corda de segurança não estava fixada e ajustada de maneira adequada. Três instrutores foram detidos e respondem por homicídio com dolo eventual. Segundo a administração municipal, a intervenção atende a uma solicitação do governo federal para reforçar a proteção da área enquanto medidas permanentes não são implementadas. Fonte: Prefeitura de Limeira.
De acordo com a prefeitura, os trabalhos realizados pelo município têm caráter emergencial e temporário. A responsabilidade pelas obras definitivas permanece com a União, incluindo ações como a instalação de estruturas de contenção, a manutenção das valetas e outras intervenções necessárias para impedir o acesso ao local. “As obras estruturais permanentes, incluindo a construção de muros de contenção, a manutenção das valetas e as demais medidas de fechamento da área, permanecem sob responsabilidade da União”, diz a prefeitura.




Governo federal afirma que já havia solicitado apoio para impedir acessos
A ponte passou a integrar o patrimônio da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), vinculada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), após autorização concedida neste ano. Mesmo antes da transferência, o governo federal informou que buscava apoio das administrações municipais para restringir a entrada de pessoas no espaço.
“Mesmo assim, desde 2024, em diferentes momentos, a SPU pediu apoio às prefeituras locais para bloquear o acesso à referida ponte. Em 2024, em função dessa parceria, a ponte foi bloqueada por alguns meses”, diz nota do governo federal.
A medida adotada agora pela Prefeitura de Limeira ocorre enquanto União e município avaliam ações para aumentar a segurança da estrutura e evitar novas situações de risco no local.
